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"Nas mentes daqueles que estão muito apegados ao gozo dos sentidos e à opulência material, e que se deixam confundir por estas coisas, não ocorre a determinação resoluta de prestar serviço devocional ao Senhor Supremo."
(Bhagavad-Gitã 2.44)
"Luta pelo simples fato de lutar, sem levar em consideração felicidade ou aflição, perda ou ganho, vitória ou derrota - e adotando este procedimento nunca incorrerás em pecado"
(Bhagavad-Gitã 2.38)
"Alguém que nasceu com certeza morrerá, e após a morte ele voltará a nascer. Portanto, no inevitável cumprimento do dever, não deves te lamentar."
(Bhagavad-Gitã 2.28)
"Diz-se que a alma é invisível, inconcebível e imutável. Sabendo disto, não te deves afligir por causa do corpo."
(Bhagavad-Gitã 2.25)
"Essa alma individual é inaquebrável e indissolúvel, e não pode ser queimada nem seca. Ela é permanente, está presente em toda parte, é imutável, imóvel e eternamente a mesma."
(Bhagavad-Gitã 2.24)
"A alma nunca pode ser despedaçada por arma alguma, tampouco pode ser queimada pelo fogo, umedecida pela água ou enxugada pelo vento."
(Bhagavad-Gitã 2.23)
"Assim como alguém veste roupas novas, abandonando as antigas, a alma aceita novos corpos materiais, abandonando os velhos e inúteis."
(Bhagavad-Gitã 2.22)
"Para a alma, em tempo algum existe nascimento ou morte. Ela não passou a existir, não passa a existir e nem passará a existir. Ela é não nascida, eterna, sempre-existente e primordial. Ela não morre quando o corpo morre."
(Bhagavad-Gitã 2.20)
"O corpo material da entidade viva indestrutível, imensurável e eterna de certo chegará ao fim; portanto, luta, ó descendente de Bharata."
(Bhagavad-Gitã 2.18)
"Deves saber que aquilo que penetra o corpo inteiro é indestrutível. Ninguém é capaz de destruir a alma imperecível."
(Bhagavad-Gitã 2.17)